Tal droga faz mal mesmo em pouca quantidade ? ??? ? ??? ?
"Usando a frase de um paciente meu, que volta e meia tenta parar e não consegue: no mundo das drogas ou você é o traficante ou é o otário. Não existe meio termo." (Dr. Rubens Pitliuk)
"Usando a frase de um paciente meu, que volta e meia tenta parar e não consegue: no mundo das drogas ou você é o traficante ou é o otário. Não existe meio termo." (Dr. Rubens Pitliuk)
Você sabia que...
O hábito de mascar folhas de coca entre a população nativa dos Andes existe a pelo menos 5000 anos. Tal hábito visava a amenizar o cansaço e a fome. As baixas concentrações da substância nas folhas tornam improváveis as chances de dependência entre seus usuários. Os casos de dependência tornaram-se mais freqüentes a partir do século XIX quando a cocaína foi isolada de suas folhas. (http://www.erowid.org/) Outros nomes:
Cocaína: Neve, brilho, pó, Carolina, branquinha / Crack: Pedra
Aparência:
BJUSSSS, SOSSÔ ;)
...fevereiro, carnaval, mas sem consumo de drogas e não esqueçam da camisinha!!!!
Aparência:
Cocaína: Pó branco e brilhante, que pode ser cheirado ou injetado.
Crack: Pedras brancas de vários tamanhos e formas.
Efeitos:
A cocaína é um estimulante. O consumo de cocaína provoca aceleração da velocidade do pensamento, inquietação psicomotora (dificuldade para permanecer parado, até quadros mais sérios de agitação), aumento do estado de alerta e inibição do apetite. Alterações do humor são passíveis de grande variabilidade, indo da euforia (desinibição, fala solta) a sintomas de mal-estar psíquico (medo, ansiedade e inibição da fala). A duração do efeito depende da via de administração escolhida: cerca de 30 minutos quando cheirada e menos de 10 minutos quando fumada ou injetada . Ao final o usuário geralmente fica 'fissurado', isto é, com vontade de consumir mais. *A cocaína pode ser consumida por qualquer via de administração. A via injetável e a fumada (crack) colocam grandes quantidade de cocaína no sangue e geram efeitos estimulantes mais intensos e de curta duração. O crack é fumado em cachimbos improvisados ou de vidro. Já a cocaína em pó, utilizada por via intranasal (cheirada) ou o hábito de mascar as folhas produzem efeitos menos intensos, porém de maior duração. Quanto mais intenso e curto é o efeito desencadeado, maiores as chances de dependência pelo usuário.
Riscos à saúde:
# A cocaína pode causar dependência;
# Durante o consumo pode levar a problemas cardíacos, como o infarto do coração;
# O consumo de grandes quantidades pode causar convulsão;
# Consumir com freqüência durante vários meses pode levar a depressão, ansiedade, deixar a pessoa irritada, impulsiva e cansada.
# Cheirar cocaína com freqüência pode danificar o interior do nariz.
Como fazer para continuar a amizade sem se envolver com as drogas?
Em primeiro lugar, pense que nem todas as pessoas usam drogas. Na realidade, a grande maioria não usa. Assim, se você não usar não será um careta nem um "bicho diferente". É muito comum pessoas que estão se iniciando no uso de drogas quererem influenciar seus amigos a usar, e fazem isso às vezes sem maldade, só porque acharam gostoso e querem compartilhar. Só que estão vendo só o prazer e não se dão conta de que logo estarão sofrendo as conseqüências perigosas desse uso. Alguns querem que os amigos também usem (e até fazem certa pressão para isso) para terem mais cúmplices e não correrem o risco de serem criticados ou denunciados para os adultos. Parece difícil, mas, de verdade, os usuários respeitam aqueles que têm autonomia e não se deixam influenciar pelos atos arriscados. Veja, você teria algumas razões para usar com eles (a amizade, o prazer que eles dizem sentir) mas muito mais razões para não usar: ter uma vida consciente, apostar no seu futuro escolar e profissional, procurar relacionamentos com amigos e namoradas com jogo limpo, ser fiel a seus valores e apegar-se à sua família, ter bom desempenho esportivo, curtir sua música e seus hobbies favoritos e, acima de tudo, ser você mesmo, tornar-se seguro porque soube resistir, buscar desafios e prazer em tantas coisas que a vida oferece sem precisar distorcer a sua visão da realidade com substâncias que tornam o prazer artificial e passageiro. Se você é pressionado, pode até treinar mentalmente o que vai dizer quando eles te oferecerem droga ou discutir a situação com outras pessoas que não usam (adultos ou jovens). As pessoas não perdem amigos por ter comportamentos diferentes. O que pode acontecer é que algumas pessoas ficam tão dependentes do uso de drogas que não têm mais interesse por outros assuntos, atividades ou amigos que não fazem parte desse mundo. E aí, são eles que estão perdendo você e não o contrário. E, pensando bem, será que interessa a você ter amigos que só têm um foco de interesse na vida? Você não precisa se afastar dos amigos, mas pode, perfeitamente, ter seus comportamentos e valores diferentes. Pense nas suas qualidades e confronte com o que você seria se deixasse de apostar em si mesmo e numa vida saudável.
Em primeiro lugar, pense que nem todas as pessoas usam drogas. Na realidade, a grande maioria não usa. Assim, se você não usar não será um careta nem um "bicho diferente". É muito comum pessoas que estão se iniciando no uso de drogas quererem influenciar seus amigos a usar, e fazem isso às vezes sem maldade, só porque acharam gostoso e querem compartilhar. Só que estão vendo só o prazer e não se dão conta de que logo estarão sofrendo as conseqüências perigosas desse uso. Alguns querem que os amigos também usem (e até fazem certa pressão para isso) para terem mais cúmplices e não correrem o risco de serem criticados ou denunciados para os adultos. Parece difícil, mas, de verdade, os usuários respeitam aqueles que têm autonomia e não se deixam influenciar pelos atos arriscados. Veja, você teria algumas razões para usar com eles (a amizade, o prazer que eles dizem sentir) mas muito mais razões para não usar: ter uma vida consciente, apostar no seu futuro escolar e profissional, procurar relacionamentos com amigos e namoradas com jogo limpo, ser fiel a seus valores e apegar-se à sua família, ter bom desempenho esportivo, curtir sua música e seus hobbies favoritos e, acima de tudo, ser você mesmo, tornar-se seguro porque soube resistir, buscar desafios e prazer em tantas coisas que a vida oferece sem precisar distorcer a sua visão da realidade com substâncias que tornam o prazer artificial e passageiro. Se você é pressionado, pode até treinar mentalmente o que vai dizer quando eles te oferecerem droga ou discutir a situação com outras pessoas que não usam (adultos ou jovens). As pessoas não perdem amigos por ter comportamentos diferentes. O que pode acontecer é que algumas pessoas ficam tão dependentes do uso de drogas que não têm mais interesse por outros assuntos, atividades ou amigos que não fazem parte desse mundo. E aí, são eles que estão perdendo você e não o contrário. E, pensando bem, será que interessa a você ter amigos que só têm um foco de interesse na vida? Você não precisa se afastar dos amigos, mas pode, perfeitamente, ter seus comportamentos e valores diferentes. Pense nas suas qualidades e confronte com o que você seria se deixasse de apostar em si mesmo e numa vida saudável.
Como ajudar um amigo usuário de drogas?
Um caminho para ajudar um amigo nesta situação pode ser reforçar o lado desta ambivalência que o convida a mudar de comportamento. A motivação para atividades interessantes, criativas, divertidas ou desafiadoras, o estímulo ao convívio com grupos de pessoas envolvidas em projetos esportivos, culturais, intelectuais, sociais ou recreativos, a oportunidade de se integrar em grupos de sua faixa etária que não sejam usuários de drogas, podem ser alternativas para que ele venha a descobrir novas formas de encontrar prazer. Mesmo adotando uma atitude segura de não participar do uso da droga, sabendo dizer "não" na hora adequada, é importante não estabelecer confrontos nem dar "sermões", pois isto pode reforçar as defesas da pessoa para justificar seu comportamento. A aceitação da pessoa, a amizade sincera, o afeto demonstrado, são atitudes importantes, mas também é preciso estar atento para os limites da possibilidade de ajuda. Existem situações (quando o consumo de drogas é abusivo) em que é necessário buscar ajuda de especialistas, sejam eles educadores, terapeutas ou médicos. Um verdadeiro amigo sabe estar presente, compreender, dar apoio, mas também sabe mostrar diferenças, estabelecer limites, reconhecer dificuldades e apontar caminhos para que a pessoa encontre meios de sair das situações de risco em que se encontra.
Como saber se alguém colocou alguma droga na bebida que vamos tomar?
A adição de substâncias psicotrópicas sem sabor, nas bebidas, tem sido bastante freqüente tanto no Brasil como em outros países. Geralmente é difícil saber com certeza o que foi colocado. Quando o efeito é a indução do sono, possivelmente foi um barbitúrico ou "pílula para dormir", em dose suficiente para "tirar a pessoa do ar". Como os efeitos iniciais são semelhantes aos do consumo de bebida alcoólica (sentir-se sonolento, menos tenso, ter a voz pastosa e os reflexos diminuídos), parece que a pessoa está embriagada, mas em seguida ela dorme profundamente. Já as alucinações e perturbações no sistema nervoso, possivelmente foram provocadas pela adição de alguma substância como o LSD (dietilamina do ácido lisérgico, potente droga alucinógena) ou talvez Êxtase (MetilenoDioxoMetAnfetamina). Só com um exame mais profundo dos resíduos da bebida ou das condições da pessoa poderíamos afirmar com maior certeza o que foi ingerido. Estas situações dolorosas nos demonstram que a melhor orientação, para jovens e adultos é nunca aceitar bebidas (alcoólicas ou não) de desconhecidos ou de pessoas em quem não confiem plenamente. Em festas, bares ou mesmo reuniões em casa de amigos, é prudente observar como e por quem foram preparadas e servidas as bebidas e não descuidar do copo enquanto estiver bebendo. Lamentavelmente estes fatos acontecem, provocados por pessoas cuja intenção é causar prejuízos a terceiros ou frutos de brincadeiras irresponsáveis. Como, na maioria das vezes, as substâncias acrescentadas não alteram o cheiro ou o sabor da bebida, a única maneira de se prevenir desses efeitos é ter cuidado e acompanhar a "trajetória" da bebida em todos os momentos. E para isso, naturalmente, é preciso estar atento e suficientemente sóbrio. É possível que as substâncias adicionadas à bebida causem dependência, mas não automaticamente, se a pessoa ingeriu sem saber.
A adição de substâncias psicotrópicas sem sabor, nas bebidas, tem sido bastante freqüente tanto no Brasil como em outros países. Geralmente é difícil saber com certeza o que foi colocado. Quando o efeito é a indução do sono, possivelmente foi um barbitúrico ou "pílula para dormir", em dose suficiente para "tirar a pessoa do ar". Como os efeitos iniciais são semelhantes aos do consumo de bebida alcoólica (sentir-se sonolento, menos tenso, ter a voz pastosa e os reflexos diminuídos), parece que a pessoa está embriagada, mas em seguida ela dorme profundamente. Já as alucinações e perturbações no sistema nervoso, possivelmente foram provocadas pela adição de alguma substância como o LSD (dietilamina do ácido lisérgico, potente droga alucinógena) ou talvez Êxtase (MetilenoDioxoMetAnfetamina). Só com um exame mais profundo dos resíduos da bebida ou das condições da pessoa poderíamos afirmar com maior certeza o que foi ingerido. Estas situações dolorosas nos demonstram que a melhor orientação, para jovens e adultos é nunca aceitar bebidas (alcoólicas ou não) de desconhecidos ou de pessoas em quem não confiem plenamente. Em festas, bares ou mesmo reuniões em casa de amigos, é prudente observar como e por quem foram preparadas e servidas as bebidas e não descuidar do copo enquanto estiver bebendo. Lamentavelmente estes fatos acontecem, provocados por pessoas cuja intenção é causar prejuízos a terceiros ou frutos de brincadeiras irresponsáveis. Como, na maioria das vezes, as substâncias acrescentadas não alteram o cheiro ou o sabor da bebida, a única maneira de se prevenir desses efeitos é ter cuidado e acompanhar a "trajetória" da bebida em todos os momentos. E para isso, naturalmente, é preciso estar atento e suficientemente sóbrio. É possível que as substâncias adicionadas à bebida causem dependência, mas não automaticamente, se a pessoa ingeriu sem saber.
Qual é o perfil de um usuário de drogas?
Não existe um perfil único dos usuários de drogas. As características pessoais e a história de vida dos usuários ou dos dependentes de drogas podem ser muito semelhantes às de qualquer indivíduo. Até há pouco tempo acreditava-se que os jovens só se envolviam com drogas se tivessem sérias dificuldades pessoais ou sociais ou se pertencessem a famílias problemáticas. Aos poucos a realidade foi demonstrando que não é bem assim. Jovens bem sucedidos socialmente, com boas notas na escola e com pais que os amam e procuram fazer o melhor pela sua educação também são encontrados entre os usuários de drogas. Sabe-se, hoje, que os fatores que levam alguém a experimentar essas substâncias ou a assumir outros comportamentos de risco, são muito variados. !!!Não existe uma única causa para o consumo de drogas!!! Pessoas de diferentes faixas etárias, de qualquer nível de escolaridade pertencentes a qualquer classe social, podem fazer uso de drogas e as causas são as mais diversas. *O início do uso de drogas deve-se basicamente à interação entre três fatores: um deles é o ambiental, incluindo aqui a disponibilidade da droga - quando mais fácil o acesso, mais jovens se iniciam no uso - e também a atitude da sociedade em relação à droga, sua tolerância e aceitação e até as propagandas, direta ou indiretamente, veiculadas pela mídia. O segundo fator é a própria droga e os efeitos agradáveis que ela produz. O adolescente começa a ter uma visão fragmentada da droga: ele só percebe os efeitos prazerosos e não contabiliza os efeitos ruins, seja por desconhecer o que a droga causa (falta de informação) ou por achar que nada vai acontecer com ele. O terceiro fator é o pessoal. Algumas pessoas têm uma estrutura psicológica ou conflitos com os quais não conseguem lidar e buscam na alteração da consciência uma forma de aliviar suas tensões. Isto pode aumentar a probabilidade de uso de drogas. Não é, portanto, só a questão individual que está envolvida. Um jovem que não tem qualquer problema individual, ou familiar, mas que está num ambiente tolerante ao uso e com muita disponibilidade de droga, pode começar a usar e tornar-se dependente. As atividades cotidianas e as motivações dos usuários são as mais diversas: existem os que estudam ou trabalham em excesso e usam a droga para aliviar o stress e aqueles que não têm o que fazer e usam a droga para fugir do tédio ou aumentar a auto-estima. Podem ser donas de casa que desejam emagrecer ou atletas que querem melhorar seu desempenho. Muitas vezes, na melhor da intenções, os pais procuram evitar que os filhos sofram, atendendo a todas as suas solicitações ou permitindo que façam tudo o que desejam. A criança, e depois o adolescente, vão aprendendo que "podem tudo", que sua vontade é uma lei. Mas vão descobrindo também que não são capazes de conhecer seus limites, resolver problemas, tomar decisões, enfrentar o sofrimento ou suportar frustrações. Muitos jovens usam drogas por simples curiosidade, por desejo de ter experiências fortes e emocionantes, para sentirem-se integrados com seu grupo de amigos ou por pressão destes. E há aqueles que, por falta de opções ou por tédio, procuram as emoções que as drogas potencialmente poderiam trazer. Existem crianças que cheiram cola para aplacar a fome, jovens que fumam maconha por curiosidade ou por falta de ocupação, adultos que aspiram cocaína para sentir prazer ou para compartilhar experiências com amigos e idosos, ou pessoas de qualquer idade, que abusam do álcool para fugir do tédio ou da solidão. Em cada uma destas situações a pessoa sofre os efeitos da droga em prejuízo de sua saúde física, emocional e social, e pode desenvolver ou não, uma relação de dependência com ela. Ninguém está imune a desenvolver este problema. Alguns fatores, no entanto, tornam uma pessoa mais vulnerável do que outras ao abuso de substâncias, e esses fatores são de diversas naturezas. A predisposição orgânica é apontada como um fator importante no desenvolvimento da dependência, especialmente do álcool, mas os estudos mais recentes têm revelado que ela é insuficiente para determinar, de forma definitiva, que uma pessoa se tornará dependente. Fatores de ordem psicológica, incluindo algumas características de personalidade, são muitas vezes indicadores de uma maior predisposição da pessoa ao uso abusivo de drogas. Indivíduos ansiosos, angustiados, dependentes, com dificuldade para lidar com problemas, com baixa auto-estima ou inseguros, são, em geral, mais vulneráveis a se tornarem dependentes. Se algumas pessoas são mais propensas a desenvolver problemas relacionados ao uso de drogas, isto não significa que vão fazê-lo. As experiências familiares, os fatores ambientais e culturais, a disponibilidade de aquisição da droga, os valores e rituais que cercam o seu consumo, o controle sobre ele, são também decisivos nas relações da pessoa com as diferentes drogas. Usar uma droga, como o álcool ou a maconha, significa, muitas vezes, a busca de um prazer, um "ato normal" na sua vida, sem a avaliação do custo que este ato acarreta... Pesquisas recentes revelam, por exemplo, que os jovens de classe média ou alta consomem mais drogas do que os da periferia, provavelmente em função do seu maior poder aquisitivo, mas estes últimos estão mais sujeitos a se tornar dependentes ou traficantes, devido à limitação de oportunidades de trabalho e lazer. E desta forma, vivendo em uma sociedade conivente com o uso e com a possibilidade de acesso às drogas, um jovem aparentemente "sem problemas" pode começar a consumi-las. Sem conhecer seus limites, sem ter capacidade de enfrentar a dor e os problemas que o cotidiano apresenta para qualquer pessoa, e sem saber dizer "não" diante da oferta do prazer efêmero de uma droga, muito provavelmente o sucesso na escola, a harmonia familiar e a tranqüilidade pessoal estarão com seus dias contados. *O usuário de drogas não é, portanto, determinado por uma única causa, como um predestinado, mas uma pessoa para quem a interação de fatores biológicos, psicológicos e ambientais aumenta os riscos e probabilidades de desenvolver uma relação problemática com as substâncias, mas para quem também, sempre existe uma possibilidade de não usá-las.
Quando o convívio se torna perigoso?
Conviver com uma pessoa que é usuária de drogas pode trazer problemas de diferentes naturezas. Um deles é a possibilidade de contato com pessoas envolvidas em ações ilegais e perigosas e outro é ser testemunha dos efeitos danosos que a droga causa naquele que a consome. No caso da maconha, o usuário, em geral, sente-se relativamente relaxado ou eufórico, pode ter crises de riso incontrolável e aumento de apetite. Mas, além disso, esta substância classificada como "perturbadora" ou "alucinógeana", também provoca comprometimento da capacidade mental, distúrbios da percepção, perda de memória, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, ansiedade e alucinações. Com o uso prolongado o usuário de maconha pode apresentar distúrbios respiratórios, diminuição da capacidade cognitiva, infertilidade, desmotivação para atividades produtivas e sociais, ataques de pânico e depressão. Quando o consumo de maconha passa a ser crônico, o usuário tem necessidade de estar permanentemente em contato com aqueles que a vendem e, sendo esta uma substância ilegal, não existe nenhuma regra de comércio, nenhum controle de preço ou qualidade do produto, deixando o dependente "nas mãos" do traficante. Isto ocorre não apenas com a maconha, mas com todas as drogas proibidas pois, para obtê-las, a pessoa fica em permanente contato com o mundo da ilegalidade, expondo-a ao envolvimento com outras drogas e com o crime. Além dos efeitos provocados pelo consumo da droga, a convivência com este ambiente de comércio ilegal é um dos maiores problemas para o usuário. Isto porque ele está permeado de exigências descabidas, corrupção, clandestinidade, conflitos entre grupos de traficantes, risco de prisão, violências de todos os tipos. No caso de algumas drogas, como a cocaína, por exemplo, chega ser maior o número de pessoas que morrem devido à violência do tráfico do que por overdose. Enfim, o contato com traficantes, seja para comprar drogas, seja para tê-los como amigos, é uma situação que oferece riscos incalculáveis.
O paciente precisa chegar ao fundo do poço para pedir ajuda?
Parte dos usuários de álcool e drogas, de fato, percebem a necessidade da mudança a partir das complicações físicas, psicológicas e sociais decorrentes do consumo de substâncias psicoativas. Tais complicações, no entanto, estão geralmente bem acima do fundo do poço. Elas podem ser um semestre de notas ruins, uma briga mais séria com a esposa ou um exame clínico levemente alterado. Mas uma grande parte, no entanto, resolve buscar ajuda após o aparecimento de eventos positivos em sua vida: um novo emprego, um relacionamento afetivo, a gravidez da esposa ou a reaproximação com família. Por outro lado, há os que chegam ao fundo do poço e por lá permanecem. São os casos de brigas em bar seguidas de homicídios, assassinatos em 'bocadas' de favelas, mortes secundárias a complicações clínicas do consumo, tais como cirrose e câncer. *Ao contrário do confronto, a empatia pelos problemas do dependente (sem conivências) e conselhos honestos acerca da situação, contribuem para o fortalecimento dos vínculos entre o paciente e seu meio, o isenta de julgamentos morais e aumenta seu suporte social. Deixa-o, assim, mais propenso a buscar ajuda e menos ao fundo do poço, um ambiente que em sã consciência não se desejaria à ninguém.
O dependente acha que o único alívio possível é a continuidade do consumo. Conforme a dependência vai se instalando, a pessoa passa a abrir mão de coisas que antes eram muito importantes para ela. É o momento em que aparecem as brigas e discussões com a família, a piora no desempenho escolar, a venda de objetos para comprar drogas. Tudo passa a girar em torno do consumo de drogas. A partir desse ponto, o indivíduo não consegue mais ficar sem usar drogas. Não há mais OPÇÃO: o indivíduo não escolhe se vai usar drogas ou não. A doença lhe tirou essa liberdade. QUALQUER DOENÇA PSÍQUICA CONSISTE ACIMA DE TUDO NA PERDA DA LIBERDADE DE ESCOLHA. Portanto, a dependência não é uma opção. É uma condição patológica (uma doença) que tira a liberdade do indivíduo de optar! Perceber a presença da doença e se responsabilizar pelo tratamento é o primeiro passo em direção à recuperação. É preciso escolher a mudança e buscar ajuda para efetiva-la. Não resolve olhar o passado para achar um culpado. Deve-se pensar no futuro! Não existem culpados pela situação. Mas pode haver pessoas comprometidas com o processo de cura (o próprio dependente, sua família, os amigos, os profissionais da saúde). Afinal, se temos que estar condenados a alguma coisa nesse mundo, que seja apenas à liberdade!
**O conteúdo deste texto é de domínio público, as informações aqui contidas podem ser reproduzidos desde que não sejam alteradas e a fonte seja citada adequadamente. Para citar a fonte, copie a linha abaixo:
Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas) / NEAD - Núcleo Einstein de Álcool e Drogas do Hospital Israelita Albert Einstein
By - Equipe Álcool e Drogas sem Distorção
Espero que as palavras aqui deixadas possam contribuir para esclarecer um pouquinho e ajudar quem ja entrou nessa viagem para otários... Que as pessoas saibam dizer NÂO sem medo de críticas! SER CARETA É SER FELIZ!!!!! SER DROGADO É BURRICE E SE ENVOLVER COM TRAFICO É COISA DE MANÉ!!!! A VIDA É BOA DEMAIS PARA SER DESPERDIÇADA NA ILUSÃO, SÓ OS COVARDES SÃO INCAPAZES DE ENFRENTAR PROBLEMAS DE CABEÇA ERGUIDA! =)
SE VC ESTÁ NAS DROGAS, O MOMENTO É O AGORA! TENHA ATITUDE!!! DEIXE DE FAZER PARTE DO LIXO E JUNTE-SE A VERDADEIRA LIBERDADE: A ESCOLHA CONSCIENTE DE SORRIR, SONHAR E VIVER!!!!! =) VAMOS INCENTIVAR O MUNDO A DIZER NÃO AS DROGAS, NÃO A VIOLENCIA, NAO A CORRUPÇÃO, ETC!!!!!!!! QUEREMOS PAZ, QUEREMOS AMOR VERDADEIRO, QUEREMOS UM PLANETA LIMPO E A NATUREZA PRESERVADA, SOBRETUDO, COMECEMOS NOS RESPEITANDO E RESPEITANDO O PRÓXIMO!!!!!**O conteúdo deste texto é de domínio público, as informações aqui contidas podem ser reproduzidos desde que não sejam alteradas e a fonte seja citada adequadamente. Para citar a fonte, copie a linha abaixo:
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Espero que as palavras aqui deixadas possam contribuir para esclarecer um pouquinho e ajudar quem ja entrou nessa viagem para otários... Que as pessoas saibam dizer NÂO sem medo de críticas! SER CARETA É SER FELIZ!!!!! SER DROGADO É BURRICE E SE ENVOLVER COM TRAFICO É COISA DE MANÉ!!!! A VIDA É BOA DEMAIS PARA SER DESPERDIÇADA NA ILUSÃO, SÓ OS COVARDES SÃO INCAPAZES DE ENFRENTAR PROBLEMAS DE CABEÇA ERGUIDA! =)
BJUSSSS, SOSSÔ ;)
...fevereiro, carnaval, mas sem consumo de drogas e não esqueçam da camisinha!!!!

